domingo, 9 de julho de 2017

Bandeiras históricas do Brasil (1500 a 1889)

Placeholder image
Bandeira da 
Ordem 
de Cristo 
(1332 - 1651)
A CRUZ DE CRISTO foi o primeiro signo da história de nossa heráldica. Eram as - rubras insígnias - referidas por Pero Vaz de Caminha e que, pintadas no velame das dez naus e três navetas que compunham a esquadra de Cabral, testemunharam a nossa Descoberta. 
Uma bandeira branca, tendo inscrita a Cruz de Cristo, fora entregue por El rei D. Manuel ao Capitão-mor da frota, quando de sua saída de Belém, onde estivera arvorada na capela do Restelo. 
Depois do achamento da nova terra, Pedro Álvares Cabral “fez dizer missa, a qual disse o padre Frei Henrique”. “Ali era com o Capitão a Bandeira de Cristo, com que saiu de Belém, a qual esteve sempre alta da parte do Evangelho”.

Placeholder image
Bandeira Real 
(1500 - 1521)
Era o pavilhão oficial do Reino Português na época do descobrimento do Brasil e presidiu a todos os acontecimentos importantes havidos em nossa terra até 1521. Como inovação apresenta, pela primeira vez, o escudo de Portugal.

Placeholder image
Bandeira de 
Dom João III 
(1521 - 1616)
O lábaro desse soberano, cognominado o "Colonizador", tomou parte em importantes eventos de nossa formação histórica, como as expedições exploradoras e colonizadoras, a instituição do Governo Geral na Bahia em 1549 e a posterior divisão do Brasil em dois Governos, com a outra sede no Maranhão.

Placeholder image
Bandeira do 
Domínio Espanhol
(1616 - 1640)​​​​​​​
Este pendão, criado em 1616, por Felipe II da Espanha, para Portugal e suas províncias, assistiu às invasões holandesas no Nordeste e ao início da expansão bandeirante, propiciada, em parte, pela "União Ibérica".

Placeholder image
Bandeira da Restauração
(1640 - 1683)​​​​​​​
Também conhecida como "Bandeira de D. João IV", foi instituída, logo após o fim do domínio espanhol, para caracterizar o ressurgimento do Reino Lusitano sob a Casa de Bragança.
O fato mais importante que presidiu foi a expulsão dos holandeses de nosso território.
A orla azul alia à ideia de Pátria o culto de Nossa Senhora da Conceição, que passou a ser a Padroeira de Portugal, no ano de 1646.

Placeholder image
Bandeira do 
Principado do Brasil
(1645 - 1816)​​​​​​​
A Bandeira do Principado do Brasil tinha fundo branco com uma esfera armilar, encimada por um globo azul, com zona de ouro. Sobre o globo aparecia a Cruz da Ordem de Cristo.
Analisando os elementos da bandeira, temos como principal, a esfera armilar que apareceu pela primeira vez na Bandeira Pessoal do rei D. Manuel I.
Figura ainda no brasão dado por Estácio de Sá à cidade do Rio de Janeiro, em 1565, nos escudos de várias cidades portuguesas e nos atuais símbolos nacionais de Portugal.
A esfera, é composta de dez círculos ou armilas, e era um dos instrumentos usados no aprendizado da arte da navegação.
É interessante observar, que esse símbolo foi adotado por D. Manuel, antes dos descobrimentos realizados em seu reinado.
O primeiro pavilhão elaborado especialmente para o Brasil. D João IV conferiu a seu filho Teodósio o título de "Príncipe do Brasil", distinção transferida aos demais herdeiros presuntivos da Coroa Lusa.
A esfera armilar de ouro passou a ser representada nas bandeiras de nosso País

Placeholder image
Bandeira Real
Século XVII 
(1600 - 1700)
​​​​​​​
Esta bandeira foi usada como símbolo oficial do Reino ao lado da Bandeira da Restauração, da Bandeira do Principado do Brasil e da Bandeira de D. Pedro II, de Portugal.

Placeholder image
Bandeira do Reino 
Unido de Portugal 
Brasil e Algarves​​​​​​​
Esta bandeira foi usada de 1816 a 1822. A Família Real Portuguesa veio para o Brasil, e a cidade de Rio de Janeiro transformou-se na capital de Portugal (1808).
Em 1815 Brasil e Portugal transformaram-se em Reino Unido e em 1816 uma lei criou a bandeira dos três reinos (Brasil, Portugal e Algarves).
O Brasil está representando nessa bandeira pela esfera armilar de ouro, em campo azul, que passou a constituir as Armas do Brasil Reino.

Placeholder image
Bandeira do 
Regime Constitucional
(1821 - 1822)​​​​​​​​​​​​​​
A Revolução do Porto, de 1820, fez prevalecer em Portugal os ideais liberais da Revolução Francesa, abolindo a monarquia absoluta e instituindo o regime constitucional, cujo pavilhão foi criado em 21 de agosto de 1821. Foi a última bandeira Lusa a tremular no Brasil.

Placeholder image
Bandeira Real do Brasil
(1822)
Em 18 setembro 1822, Dom Pedro I, assinou três decretos que foram os primeiros atos do Brasil Independente. No terceiro decreto criou o que regulamentava sobre a bandeira.
"O Brasão de Armas do Brasil Reino será, em um campo verde, uma esfera armilar sobreposta em uma cruz da Ordem de Cristo, a esfera de ouro circulada por 19 estrelas de prata em um círculo azul; e uma coroa real com os diamantes ajustados sobre o protetor, os lados de que embraçados por duas plantas do café e do tabaco, como emblemas de suas riquezas, em suas cores apropriadas e serão amarrados no fundo com o fitão nacional."
Até 1º de dezembro de 1822, quando Dom Pedro foi coroado Imperador, a coroa na bandeira brasileira era a mesma com o fundo vermelho igual na mesma bandeira real, do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves com o fundo vermelho.
A imagem acima é baseada em uma placa de Bandeiras e Brasões do Brasil, de Clovis Ribeiro. A placa é uma fotografia do teste padrão oficial da bandeira emitida no Rio e em São Paulo em dezembro de 1822.

Placeholder image
Bandeira Imperial do Brasil
(1822 - 1889)​​​​​​​
Dom Pedro, recusando-se obedecer às ordens das Cortes Portuguesas, a 7 de setembro de 1822, num sábado de céu azulado, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, proclamou a emancipação política do Brasil.
Depois de proferir o brado de Independência ou Morte e de ordenar Laços Fora!, arrancou do chapéu o tope português e exclamou: "Doravante teremos todos, outro laço de fita, verde e amarelo. Serão as cores nacionais ". 
O amarelo representa a Casa de Habsburgo (Dona Leopoldina) e o verde representa a Casa de Bragança (Dom Pedro I).
Nossa primeira bandeira nacional sofreu uma modificação após quase três meses de existência, transformando-se na Bandeira Imperial do Brasil em 1º de dezembro de 1822.
"Havendo sido proclamada com a maior espontaneidade dos povos a Independência política do Brasil, e sua elevação à categoria de Império pela minha solene aclamação, sagração e coroação, como seu Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo: hei por bem ordenar que a Coroa Real que se acha sobreposta no escudo das armas estabelecido pelo meu imperial decreto de 18 de setembro do corrente ano, seja substituída pela Coroa Imperial, que lhe compete, a fim de corresponder ao grau sublime e glorioso em que se acha constituído este rico e vasto Continente".
Criada por Decreto de 18 de setembro de 1822, a Bandeira do Império do Brasil era composta de um retângulo verde e nele, inscrito, um losango ouro, ficando no centro deste o Escudo de Armas do Brasil. 
Essa Bandeira assistiu ao nosso crescimento como Nação e a consolidação da unidade nacional.
O autor da Bandeira do Império do Brasil, com a colaboração de José Bonifácio de Andrada e Silva, foi o notável pintor e desenhista francês Jean Baptiste Debret, que teve grande participação na vida cultural do Brasil, no período de 1816 a 1831. 
Posteriormente, nos últimos anos do Segundo Império, Dom Pedro II, sem ato oficial, aumentou o número de estrelas para 20, em virtude de a Província Cisplatina ter sido desligada do Brasil (1829), e da criação das Províncias do Amazonas (1850) e do Paraná (1853).

A. Vivaldi: Mandolin and Lute Concertos

A. Vivaldi: Concerti con molti strumenti

A. Vivaldi: Concerti con Molti Strumenti

As Águias da Cordilheira dos Andes, Chile - Célio Azevedo

Brasil Game Show

Brasil Game Show 2011-2013

Relembrando cobertura jornalística do evento.







Célio Azevedo.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Como compus a maioria de minhas músicas?

Desde que me entendo como gente, sempre ouvi muita música. Inspiro-me em grandes artistas superestimados ou não, desde que possuam talento e que a música seja palatável aos meus ouvidos. Ouço desde música clássica a rock/metal, indie e pop de qualidade.

É importante tocar algum instrumento. Não precisa ser nenhum Yngwie Malmsteen, mas é preciso ter noções de notas, sonoridade, etc. Sei tocar alguns, violão/guitarra, baixo, algumas coisas de teclado e gaitas. Sim, gaitas. Na época do colégio tocava gaita junto aos colegas, acompanhando os violões e cantando.

Sempre li entre 45, 50, 55 livros por ano. Ano passado li cerca de 60 livros, entre obras clássicas de filosofia, história, economia, romances, livros técnicos e científicos. Com bastante material na Internet, não há desculpa para não buscar conhecimento, mesmo tendo uma humilde biblioteca em casa.

Se você lê muito, escreve bem e, consequentemente, compõe e pensa bem. Quando criança, li todos livros que haviam na estante de casa e, posteriormente, nas bibliotecas dos colégios e da cidade. Tudo isso antes da Internet se tornar pop. Leia e ouça música compulsivamente. Inspirei-me inicialmente no período do romantismo brasileiro. Inspirar-me-ei um dia no barroquismo literário.

Aprendi outros idiomas, de certa forma isso também me influenciou. Teve um período em minha vida em que fazia 3 cursos de idiomas ao mesmo tempo, inglês, francês e japonês. Obtive certificados. Tempos depois, fiz espanhol também, mas nesse não fui até o final. Tendo isso sido compensado pelas minhas viagens ao exterior.

Fiquei longe de pessoas que pudessem bloquear a minha criatividade. No meu caso, meu pai sempre me incentivou a colocar o máximo de minha criatividade transcendental em algo. Se você puder eliminar algumas pessoas de seu convívio social, terá grande êxito no que condiz a criatividade. Pois esta é a mais importante.

Em suma, cultura.

Célio Azevedo.
Jornalista, músico e analista político.

terça-feira, 7 de março de 2017

Andrew Breitbart

"Caminhe através do fogo. Não dê a mínima para o que falam sobre você. Todos os ataques que você sofre são tentativas de fazer com que você pare, mas se você não parar, se você continuar avançando, você enviará uma mensagem a todos os que te acompanham, a todos os que concordam com o que você defende e torcem para que você vença; e essa mensagem é muito clara: eles também podem fazer o que você está fazendo".

Andrew Breitbart

Você não é livre


Também somos anticomunistas, Nelson

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Honoré de Balzac

Le beau, c'est le vrai bien habillé.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Symphony No. 9 ~ Beethoven

O Último Encerramento da Rede Manchete

Rede Manchete foi a melhor emissora aberta do Brasil.



Recomendação de Filme


O Jardim das Aflições é um filme/documentário de Josias Teófilo sobre o filósofo Olavo de Carvalho, feito por financiamento coletivo e sem um centavo de dinheiro público. 




quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Mozart: Requiem in D minor

Confutatis maledictis,
Flammis acribus addictis:
Voca me cum benedictis.

Oro supplex et acclinis,
Cor contritum quasi cinis:
Gere curam mei finis.


domingo, 1 de janeiro de 2017