sexta-feira, 31 de março de 2017

Como compus a maioria de minhas músicas?

Desde que me entendo como gente, sempre ouvi muita música. Inspiro-me em grandes artistas superestimados ou não, desde que possuam talento e que a música seja palatável aos meus ouvidos. Ouço desde música clássica a rock/metal, indie e pop de qualidade.

É importante tocar algum instrumento. Não precisa ser nenhum Yngwie Malmsteen, mas é preciso ter noções de notas, sonoridade, etc. Sei tocar alguns, violão/guitarra, baixo, algumas coisas de teclado e gaitas. Sim, gaitas. Na época do colégio tocava gaita junto aos colegas, acompanhando os violões e cantando.

Sempre li entre 45, 50, 55 livros por ano. Ano passado li cerca de 60 livros, entre obras clássicas de filosofia, história, economia, romances, livros técnicos e científicos. Com bastante material na Internet, não há desculpa para não buscar conhecimento, mesmo tendo uma humilde biblioteca em casa.

Se você lê muito, escreve bem e, consequentemente, compõe e pensa bem. Quando criança, li todos livros que haviam na estante de casa e, posteriormente, nas bibliotecas dos colégios e da cidade. Tudo isso antes da Internet se tornar pop. Leia e ouça música compulsivamente. Inspirei-me inicialmente no período do romantismo brasileiro. Inspirar-me-ei um dia no barroquismo literário.

Aprendi outros idiomas, de certa forma isso também me influenciou. Teve um período em minha vida em que fazia 3 cursos de idiomas ao mesmo tempo, inglês, francês e japonês. Obtive certificados. Tempos depois, fiz espanhol também, mas nesse não fui até o final. Tendo isso sido compensado pelas minhas viagens ao exterior.

Fiquei longe de pessoas que pudessem bloquear a minha criatividade. No meu caso, meu pai sempre me incentivou a colocar o máximo de minha criatividade transcendental em algo. Se você puder eliminar algumas pessoas de seu convívio social, terá grande êxito no que condiz a criatividade. Pois esta é a mais importante.

Em suma, cultura.

Célio Azevedo.
Jornalista, músico e analista político.

terça-feira, 7 de março de 2017

Andrew Breitbart

"Caminhe através do fogo. Não dê a mínima para o que falam sobre você. Todos os ataques que você sofre são tentativas de fazer com que você pare, mas se você não parar, se você continuar avançando, você enviará uma mensagem a todos os que te acompanham, a todos os que concordam com o que você defende e torcem para que você vença; e essa mensagem é muito clara: eles também podem fazer o que você está fazendo".

Andrew Breitbart

Você não é livre


Também somos anticomunistas, Nelson

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Honoré de Balzac

Le beau, c'est le vrai bien habillé.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Symphony No. 9 ~ Beethoven

O Último Encerramento da Rede Manchete

Rede Manchete foi a melhor emissora aberta do Brasil.



Recomendação de Filme


O Jardim das Aflições é um filme/documentário de Josias Teófilo sobre o filósofo Olavo de Carvalho, feito por financiamento coletivo e sem um centavo de dinheiro público. 




quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Mozart: Requiem in D minor

Confutatis maledictis,
Flammis acribus addictis:
Voca me cum benedictis.

Oro supplex et acclinis,
Cor contritum quasi cinis:
Gere curam mei finis.


domingo, 1 de janeiro de 2017